Chuva e ventania atrapalham salto radical de 14 paraquedistas em Manaus, vídeos


MANAUS| A forte chuva que caiu na tarde da última sexta-feira (15/04) mudou os rumos de uma atividade radical, uma aventura, de 14 paraquedistas que estavam em uma aeronave, prontos para um salto radical nos céus de Manaus, 10 conseguiram pousar, mas quatro tiveram a rota de pouso desviada. Dois homens foram localizados e socorridos em bairros da zona oeste de Manaus, e outros dois: a jovem Ana Carolina Silva de 25 anos foi encontrada morta na manhã deste sábado (16/04) e o advogado Luiz Henrique Cardelli encontra-se desaparecido.










As buscas- Após o desaparecimento das outras duas pessoas, um gabinete de crise composto por mais de 100 agentes das forças de segurança foi montado pelo Governo do Estado para ajudar nas buscas, com um efetivo de 5 embarcações, 15 viaturas que fazem as buscas da ponta do Rio Negro por uma extensão de 5 km.


Já no inicio da manhã deste sábado (16/04) uma equipe que pilotava 'drones' encontraram o corpo da jovem Ana Carolina Silva de 25 anos, em um lago no Distrito de Cacau Pereira, município de Iranduba, região metropolitana de Manaus. Após o reconhecimento pelo tio da jovem, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), ainda no final da tarde o velório da jovem estava sendo realizado em uma funerária no centro da capital.






Já um outro paraquedista, o advogado Luiz Henrique Cardelli, encontra-se desaparecido, as buscas continuam neste sábado, e devem ficar concentradas na cabeceira da ponte do Rio Negro, lado Manaus.



Um vídeo que circula na internet mostra o momento em que o grupo de paraquedistas perdem o controle do paraquedas.

No áudio é possível ouvir: “Mano, saca só. Os caras pularam aqui na chuva, mano. Tão na merd@!”


Veja o vídeo do Momento do salto:



Em nota, o Aeroclube do Amazonas, apenas relatou que as Escolas de Paraquedismo tem autonomia para desenvolver suas atividades de Manaus e que a concentra esforços em busca dos desaparecidos e presta assistência as famílias das vitimas.

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A diretora jurídica do Aeroclube do Amazonas, Eliane Melo, relata que o clube oferece várias modalidades esportivas, entre elas, o paraquedismo, que é composta por um departamento com cinco escolas de paraquedismo ativas atualmente, onde cada uma tem seus instrutores e componentes, os atletas.

“Cada escola tem sua autonomia própria. Todos os voos são realizados com regularidade. As escolas não possuem aviões próprios, eles são particulares e encomendados para isso. Quando é realizado um voo como esse, tem todo um planejamento por trás, um plano de voo como um avião de carreira, então o Aeroclube do Amazonas entende que o acidente trata-se de uma fatalidade”, disse a diretora.

Eliane ressalta ainda que neste momento, o Aeroclube está concentrando todos os esforços para encontrar o paraquedista que continua desaparecido, pois como gestor do aeródromo, que realiza as manutenções onde se comporta as estradas de paraquedismo como todas as empresas de táxi-aéreo, onde cada um responde por suas atividades, se disponibiliza em prestar assistência às famílias das vítimas e as equipes de buscas.

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