Caso Silvanilde: Agente de portaria tem prisão temporária transformada em preventiva


MANAUS| O agente de portaria Caio Claudino de Souza de 25 anos, assassino confesso da servidora do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Silvanilde Ferreira Veiga de 58 anos, teve a 'prisão temporária' transformada em 'prisão preventiva'. A servidora foi encontrada morta no dia 21 de maio dentro de seu apartamento no Condomínio Gran Vista, bairro Ponta Negra, zona oeste de Manaus.


Ele estava preso temporariamente desde o dia 31 deste mês, conforme informações do delegado titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) Ricardo Cunha.


De acordo com o delegado, o inquérito do caso está concluído, mas ainda não foi encaminhado para a Justiça e até hoje permanece na Especializada. Cunha não informou quando deve encaminhar o caso para Justiça.


Caio Claudino foi preso no dia 31 de maio deste ano e confessou ter assassinado Silvanilde sob efeito de drogas e a teria matado por dinheiro. “Eu precisava de dinheiro para comprar droga”, revelou à imprensa ao ser preso.


No entanto, dias depois, Caio disse à defesa que quer mudar a versão. De acordo com a a Policia Civil, no Inquérito Policial, existem outros elementos que reforçam que Caio Claudino "tirou a vida da servidora federal".


Relembre o caso-


A servidora foi encontrado pela filha Stephanie Veiga, ainda na noite do dia (21/05), um sábado. Ela estava morta dentro do apartamento em que as duas moravam, no bairro Ponta Negra, zona oeste de Manaus.


À polícia, Stephanie disse que tinha saído com o namorado, Igor Gabriel Melo e Silva. Ela afirmou, ainda, que tentou contato com a mãe duas vezes, por volta das 22h do dia (21/05), sem obter sucesso. Stephanie disse que pediu ajuda ao porteiro do condomínio, que informou que ninguém atendia o interfone.


A filha decidiu ligar para a mãe depois que recebeu um alerta no celular. Ao voltar para o apartamento junto com o namorado Stephanie encontrou o corpo da mãe estendido no chão da sala, de bruços sobre uma poça de sangue. O local não tinha sinais de arrombamento e o celular da vítima foi levado.